Se chorar adiantasse alguma coisa, pica pau morria feliz. (Do que que eu tô falando!?!)
Sábado, 8 de Novembro de 2008
Pena

autor: O Teatro Mágico

 

O poeta pena quando cai o pano
E o pano cai
Um sorriso por ingresso
Falta assunto, falta acesso
Talento traduzido em cédula
E a cédula tronco é a cédula mãe solteira

O poeta pena quando cai o pano
E o pano cai
Acordes em oferta, cordel em promoção
A Prosa presa em papel de bala
Música rara em liquidação

E quando o nó cegar
Deixa desatar em nós
Solta a prosa presa
A Luz acesa
Lá se dorme um sol em mim menor

Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior

O palhaço pena quando cai o pano
E o pano cai
A porcentagem e o verso
A rifa, a tarifa e refrão
Talento provado em papel moeda
Poesia metamorfoseada em cifrão

O palhaço pena quando cai o pano
E o pano cai
Meu museu em obras, obras em leilão
Atalhos, retalhos, sobras
A matemática da arte em papel de pão

E quando o nó cegar
Deixa desatar em nós
Solta a prosa presa
A luz acesa
Já se abre um sol em mim maior

Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior

 

 

Bem maior...

 



postado por Marcelzero às 17:00
link do post | comente | favorito

mais sobre mim
pesquisar
 
links
Fevereiro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
14

15
16
17
18
20
21

22
23
24
25
26
27
28


posts recentes

Espera

Espelhinho

Menina

Pé com pé

Menino-Homem

Dia após dia

A Igreja e Os Beatles

Fosse

Deus salve o Brasil!

Pena

Banho de Parede

Implicância

Reflexão

Meu amigo que mora do out...

A canção do amor

arquivos

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

tags

todas as tags

subscrever feeds